terça-feira, 2 de dezembro de 2008

SURPRESA BOA


Flores, assim, de repente, são sempre uma surpresa boa!
Eu sei que não duram até Domingo, mas vão fazer-me companhia até lá!
Foto Google

TEMOS HORA...



Jarra com lustres, relevo. ouro e prata, de Raija Durão


Pois é, já temos a hora da inauguração da Exposição, vai ser às 16 h do dia 7.

Mais informações podem saber-se aqui.
Foto Raija Durão

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

PRAIA À CHUVA


Quando a chuva escondeu o sol tímido, rio acima, Lisboa via-se assim.



A Barra tinha reflexos do sol acabado de se esconder, atrás do horizonte.


Um pouco antes, a água agitava-se nas pedras escuras, chamando as ondas.



E na praia, ainda apetecia passear, mesmo com o frio a pingar gelo.


Fotos Ana Oliveira

domingo, 30 de novembro de 2008

EXPOSIÇÃO


A Escola de Artes Decorativas do Bugio, inaugura no próximo Domingo, dia 7 de Dezembro, a 19ª Exposição Anual, com os trabalhos realizados pelas suas alunas durante o ano de 2008, e com algumas peças mais antigos, numa retrospectiva que pretende homenagear os vinte anos do Centro Cultural de que a EADB é parte quase desde o inicio.
Este é o dia da Vila de Paço de Arcos , sendo a Exposição, como sempre, parte das celebrações levadas a efeito pela Junta de Freguesia.
Para a inauguração basta aparecer para nos dar o prazer da Vossa companhia.
O dia da inauguração está marcado, será à tarde, a hora...é um mistério que a Junta de Freguesia ainda não desvendou...assim que souber, eu digo, grito, escrevo!
A exposição estará aberta ao publico nos dias 10 e 11, das 9,30 às 13h e das 14,30 às 18h, nos dias 12, 13 e 14, das 15h às 20h.
A morada é: Rua José Pedro da Silva, 16 A, Bairro do Bugio, Paço de Arcos (ao lado das instalações da Valentim de Carvalho) e em caso de aflição (já não era a primeira vez, pois não?) o telefone é o 214412177. E não se deixem enganar...há um sinal a dizer Centro Cultural, com a seta a apontar no sentido contrário!!!
ESPERAMOS A VOSSA VISITA

sábado, 29 de novembro de 2008

LUZ



Noite...Silêncio...

Procurando a paz, surgiram como por acaso, como uma oração, os cinco principios do Reiki



Kyo dake wa----Só por hoje
Okoru-na----Não te irrites
Shinpai suna----Não te preocupes
Kansha shite----Sê grato
Gyo-o hage me----Trabalha arduamente
Hito ni shinsetsu ni----Sê bondoso para os outros


Só por hoje- aqui - agora


Que eu seja tolerante porque a irritação me torna incapaz de perceber o que de mim se reflecte na situação que me incomoda.

Que eu seja confiante porque a preocupação me afasta da harmonia do universo e me impede de aceitar as lições de cada dia.

Que eu seja grata por tudo o que tenho de bom e não esqueça que o que me magoa hoje pode ser para o meu bem maior.

Que eu trabalhe arduamente no meu desenvolvimento humano e espiritual para alcançar a verdadeira harmonia e paz.

Que eu seja bondosa com todos os seres porque me amo, compreendo e aceito a mim própria e assim admito tudo o que os outros são.
Foto Google

MISTÉRIOS


Sintra, a montanha sagrada e misteriosa, habitada desde os tempos pré-históricos,chamada pelos Romanos de "Montanha da Lua", é considerada por alguns sectores esotéricos como uma das cem portas do Reino de Agharta.
São muitas e conhecidas as construções da região, com ligação a cultos antigos e profanos, à Igreja e a sociedades secretas.
No entanto, no Parque de Monserrate, podem encontrar-se várias representações falsas desses mesmos monumentos, que a humanidade que povoou a serra, foi deixando, como testemunho da sua passagem e das suas crenças.
A foto acima, mostra a falsa ruína de uma capela, da autoria de Francis Cook, 1º Visconde de Monserrate, criada a partir da capela edificada por Gerard de Visme, arrendatário da Quinta, construída, por sua vez, em substituição da Capela de N.ª S.ª de Monserrate, erigida em 1540, quando a propriedade ainda pertencia ao Hospital de Todos os Santos de Lisboa.
Por se saber de Sintra o mistério, somos capazes de sentir a mesma emoção, ao visitar esta falsa ruína, que sentimos nos locais históricos e energéticos da Serra.
Engano dos sentidos, que tomam por verdadeiro o que se lhes apresenta como tal.

Foto Ana Oliveira

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

SIMPLES

Verdadeira beleza, reflexo de simplicidade
Flor... singular...pura...despojada...
Asa de borboleta antes do primeiro voo
Toque de seda em mãos entrelaçadas
Doçura quente de pérolas em colo nu
Oração breve, na boca de uma criança
Beleza de ser simples reflexo da verdade.
Foto Google

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

AINDA...


Faltam dez dias e isto já é tudo o que olho, sinto, agarro, penso e até sonho...
A mufla trabalha a todo o vapor e fumega refilona pela falta de descanso, que ela só pede que a deixem, pelo menos, arrefecer decentemente!
Precisa-se um par de mãos extra, a capacidade de ouvir e responder a várias perguntas ao mesmo tempo, e não esquecer o "chá, café, laranjada" com bolinhos, que se esperam para aquecer as conversas que não param de girar.
Ah pois, e acabar as encomendas pró Natal, e compensar os feriados que aí vêm, e o almoço de Fim de Ano, e...fugir para tomar um cafézinho com uma amiga antes que um curto-circuito me deixe a um canto a balbuciar... tirem-me daqui!
E depois sou eu que tenho mau feitio!!!
Fotomontagem Ana Oliveira

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

TORTEIRA


Torteira de porcelana, pintada com papoilas sobre fundo de fantasia.


Pormenor da peça executado por Lourdes Gueifão.
Pena que as fotos estejam tão pouco nítidas, porque os detalhes e a perfeição do trabalho se perdem, no entanto um click sobre a imagem permitirá vê-la em zoom, o que melhorará muito a apreciação da peça.
Fotos de Ana Oliveira

terça-feira, 25 de novembro de 2008

TERÇA- FEIRA


É o dia mais complicado da semana...aulas em Lisboa.
O comboio, o metro, o calor intenso no Verão, o frio e a chuva no Inverno.
Para quem está habituada ao Atelier a cinco minutos de casa, é quase uma aventura semanal.
As aulas decorrem no último andar de um edifício, com clarabóias, de onde se vê um mar de telhados.
Mas hoje valeu a pena.
Escureceu de repente, a chuva fez-se ouvir nos vidros e o espectáculo era de tirar a respiração.
De um lado nuvens escuras, trazidas pelo vento, do outro o céu ainda claro, ainda com réstias de sol, servia de fundo a um arco-íris. Um perfeito arco de cores a abraçar Lisboa.
À saída, o brilho das luzes, o chapinhar dos passos, os chapéus de chuva tricotando pressas pela rua, fizeram apetecer a demora no aconchego de um chocolate quente e de uma montra com vista para a vida...
Lisboa, linda, molhada, brilhante, sob este céu de fim de tarde, deixava perceber porque se gosta tanto dela!
Foto Google

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

DIAS DE CHUVA


Todo o dia a chuva tamborilou a janela com dedos de lágrimas.
Acinzentou a paisagem, escureceu o céu, arrefeceu a casa.


Mas na noite que caiu de mansinho, tornou-se bela.
Iluminou as flores, encheu de reflexos as ruas, aconchegou a casa.
Fotos Google

domingo, 23 de novembro de 2008

O ELOGIO DA LOUCURA


"Não há nada tão absurdo que o hábito não torne aceitável"
Erasmo de Roterdão (1466-1536) Teólogo e Humanista, publicou vários livros sendo o mais conhecido O Elogio da Loucura.
Fotomontagem Ana Oliveira

VERA ISOYAMA


A Artista Brasileira Vera Isoyama desenvolveu uma técnica muito interessante e acessível para dar à pintura em tecido um aspecto vitrificado, usando cola Araldite. A foto mostra duas t-shirts feitas por Vera Isoyama com esta técnica, de que tomei conhecimento através do blog da Tete , que teve a gentileza de me dar as indicações necessárias para aceder ao site da artista.
O efeito parace ser muito interessante na imitação de pedras e vidros, que tanto se usam hoje no enfeite de vários tipos de vestuário. Também é possível usar esta técnica sobre pintura em madeira.
Estou ansiosa por experimentar, mas não quis deixar de partilhar desde já a descoberta (talvez seja novidade só para mim!!!)
Resumidamente, depois de pintado o desenho desejado no tecido, misturam-se os dois componentes da cola araldite e aplica-se a mistura sobre as partes em que se deseja o aspecto de vidro. A quantidade da cola aplicada determina o maior ou menor realçe, em termos de brilho e volume, da parte vitrificada.
Foto retirada do site da artista.

sábado, 22 de novembro de 2008

ZAZEN E SATORI

" ZAZEN é uma palavra japonesa que significa “meditação sentada”. Na Zazen observa-se a postura, a respiração e o “tráfego” dos pensamentos, como se cada pensamento fosse uma nuvem que passa no ambiente mental do praticante de Zen; este, observa as “nuvens” a virem e a irem, não as rejeitando, não as julgando, simplesmente observando-as. De repente, o céu fica sem nuvens e a Kensho( momentos breves de iluminação) acontece, ou, até mesmo, o céu desaparece e a Satori brilha fulgurante." A finalidade desta meditação é a expansão da consciência até à percepção do mundo de uma forma nova e abrangente, à compreensão do Universo infinito e o alcançar da paz que advém deste entendimento.

SATORI é a palavra Japonesa usada no Zen Budismo para o fenómeno do "Despertar". Em Coreano "Oh", em Chinez "Wú".
Equivale, no sentido, a Moksha, a palavra do sânscrito que significa "libertação de todas as amarras", através da união com Deus ou da realização do Eu. É a obliteração do ego, da vivência pessoal, a experiência do Eu na sua forma sagrada e na sua essência divina.

Consultas: Ankh - Centro de Terapias Naturais e Desenvolvimento Humano e Wikipédia

FRUTOS


Pormenor de frutos executados na técnica dita "impressionista"




Este prato foi executado durante um seminário da Professora Elvira Aguiar. Embora o trabalho seja meu, foi debaixo do seu olhar atento e dos seus conselhos que este resultado foi conseguido.
Foto Ana Oliveira

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

PRAIA VELHA


O Outono tem destas coisas...
Passeios lentos por jardins atapetados de folhas , que do verde ao vermelho, nos enchem os olhos de serenidade e cor... na tarde que começa
Esplanadas ao sol morno, no aconchego da lã, saboreando um gelado, um café e um cigarro, enquanto a tarde avança...
O regresso da pesca, de pequenos barcos rodeados de gaivotas, em ruidosos voos rasantes, num festim de gritos e asas... na tarde que cai

Foto Google

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

ANHARA DO MUXICO - ANGOLA


Um qualquer fim de tarde... Um qualquer pôr-do-sol... No Muxico, Angola, recortando uma anhara despida, depois de uma queimada.

Óleo sobre tela de Maria José Secca.

Foto Ana Oliveira

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

A TODO O VAPOR


Aqui pelo Atelier andamos assim, a todo o vapor, a exposição anual está assustadoramente perto...
"Será que acabo este trabalho a tempo"...acaba, acabamos sempre, não é?
"Quantas peças é que eu fiz este ano?"...eu é que sei? estão em sua casa!
"O que é que eu trago para a exposição?"... tudo!
"Não está perfeita"... não faz mal, isto é uma escola, verdade?
"Essa peça? já a ofereci!"... pede emprestada, sim?
"E aquela peça linda que já ninguém vê há ...anos?"...traga, faz falta esse estilo este ano!
Bommmm...e já lá vão 19 anos...e ainda não me habituei... mesmo sabendo que no fim acaba por correr tudo bem.
Dia 7 de Dezembro cá estaremos prontas para mostrar o nosso trabalho!

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

ORQUIDEAS


Torteira com orquideas




Uma chuva de pequenas flores escorrem do ramo...


As raízes abraçam ondas em forma de fruto...


No fundo da torteira foram aplicados vários tons de tinta, preparada com óleo mole, e os arabescos abertos com a borracha ( wipe-out-tool). Peça executada por Zilda Tavares.

Fotos Ana Oliveira

domingo, 16 de novembro de 2008

O BAÚ DA AVÓ


Preguiçando entre lençóis, com o sol a invadir o quarto e a imaginar o frio lá fora, lembrei-me do baú da avó...que na infância tanto divertiu as crianças da família, vestindo e despindo, pondo e tirando chapéus, enfeitando com colares e xailes as nossas miniaturas de gente...


Havia também um ou dois fatos de Carnaval...a mulher do Minho e a ceifeira do Alentejo...


E as saias que as mães já não usavam, mas ainda estavam na nossa memória de colo e mimo...



Então levantei-me com vontade de vestir uma saia...uma qualquer, dessas antigas...com história... como as da avó, onde entre risos, nos escondíamos uns dos outros a brincar à apanhada.

Fotos Google