sábado, 7 de março de 2009

SAUDADE

Da imensa calma do cair da tarde, sobre as palmeiras a cantar a brisa.
Do som dos passos lentos, de pés nus, a bater a terra dos caminhos.
Do pôr-do-sol, num horizonte sem fim, de terra vermelha.
Do cair repentino da noite, a abrir o imenso azul-negro do céu.
Da frescura da madrugada, a denunciar o cheiro, o sabor e a cor de cada dia.
Que saudade do círculo dos dias na sombra permanente da memória.
Foto Google

10 comentários:

entremares disse...

Cheira a verão, a terra seca e poeirenta, a Africa.

Mesmo que não tenha sido essa a intenção... cheira a africa.

E cheira bem...

kris disse...

Ana

recordar esses momentos é revivê-los, não há saudade que não nos leve a fazer novamente aquilo que sentimos falta..

beijo

Carla disse...

Adoro esta foto. Desculpe a minha por vezes longa ausencia, o tempo é por vezes meu "inimigo". Não queria deixar o dia de hoje sem lhe deixar um beijinho. Bom fim de semana

Isabel-F. disse...

lindas palavras ...

fizeram-me lembrar a minha Terra.


beijinhos

simplesmenteeu disse...

Não sei o sabor ou o cheiro, mas senti-me lá...
Nesse espaço imenso e intenso.
A brisa a passar na pele e na melodia das palmeiras. A caricia doce do fim de tarde, os dedos frescos da madrugada...
Saudade do que não se sabe nem conhece...
Beijos

Ana Oliveira disse...

Entremares

Era mesmo o cheiro de Africa e as saudades dele...

Beijos

Ana

Ana Oliveira disse...

Kris

Apesar de tudo há coisas das quais temos sudades e que não pudemos voltar a fazer...este é o caso!
No entanto são saudades boas, sem mágoas, sem pesar e sem lágrimas.

Beijos

Ana

Ana Oliveira disse...

Carla

Entendo perfeitamente, quantas vezes eu também só tenho tempo para uma visita rápida e sem deixar nenhum comentário.

Boa Semana

Beijos

Ana

Ana Oliveira disse...

Isabel

As nossas terras, mesmo que do lado oposto do mesmo continente...

Beijos

Ana

Ana Oliveira disse...

Simplesmenteeu

Obrigada por, mais uma vez, tão bem completares o meu sentimento.
Também se pode ter saudade do que não se conhece a não ser pelo sabor das palavras com que nos é descrito.

Beijos

Ana