sábado, 9 de janeiro de 2010


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O tempo é uma aranha cega a tecer rendas de entendimento nas teias da memória.
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Impertinência Ana Oliveira e Costa

10 comentários:

simplesmenteeu disse...

Cegamente, tecemos a renda em que nos vamos dando aos outros e em que nos vamos encontrando dentro de nós.
Teias da memória com nós de afecto.
Beijos

Multiolhares disse...

Frase tão pequena mas tão cheia de sentido, adoreia força que contem
beijinhos

Benó disse...

É verdade e se a aranha não tiver cuidado, ficará enredada na sua própria teia.
Um abraço e boa semana.

Ana Oliveira disse...

Rendas que na teia da memória nos "ensinam" a ler melhor o passado...

Beijos

Ana

Isaura disse...

Olá Ana, um Bom Ano
Isaura

© Piedade Araújo Sol disse...

pensamento sábio!

beij

Ana Oliveira disse...

Multiolhares

Pois fez-se verdade sem dar por isso!!!

Beijos

Ana

Ana Oliveira disse...

Benó

Na verdade, se a aranha, ou nós, não separamos a renda da teia, corremos esse risco!!!!

Beijos

Ana

Ana Oliveira disse...

Isaura

Obrigada.

Para si também um Ano de 2009 muito, muito feliz.

Beijos

Ana

Ana Oliveira disse...

Piedade

Só depois de verbalizado...e escrito, lhe encontrei a grande realidade e o entendi bem...porque será que estas coisas nos saem, às vezes, de forma expontênea e depois nos espantam? A mim acontece muito!

Um beijo

Ana