quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

APANHADOR DE SONHOS

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Tão perto do sono
no espaço entre a vigília e a dormência
tão seguramente marcado
como o ninho da insónia na almofada
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o agudo sentido da vontade
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ainda que nesse espaço de ninguém
fronteira de uma guerra
sem vitimas nem heróis
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de recriar o silêncio
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parido na noite escura
gerado na luz escondida
cristalizado na teia claustrofóbica
dos sonhos
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Fotomontagem Ana Oliveira e Costa

8 comentários:

© Piedade Araújo Sol disse...

Ana

senti um arrepio ao ler o poema, e gostei também muito da montangem.

um beij

Cristiana Fonseca disse...

Olá Ana,
quanto tempo não venho visitar teu espaço lindo, me desculpe a ausência.
Brilhante texto e art.
Beijos,
Cris

uminuto disse...

belíssimo este poema---parabéns
um beijo

maré disse...

é sempre o lugar da indefenição

o que mais doi a noite


gemido gerado no desgaste das estrelas


________

linda forma de espantar desertos.
obrigada ana


beijos

Ana Oliveira disse...

Piedade

Entre a sombra e a luz...

Um beijo

Ana

Ana Oliveira disse...

Cristiana

Obrigada pela visita, é sempre bem vinda, passe o tempo que passar.

Um beijo

Ana

Ana Oliveira disse...

Uminuto

Obrigada

Beijo

Ana

Ana Oliveira disse...

Espantar o deserto...apanhando os sonhos na rede da ilusão...

Um beijo

Ana